Arte e indústria cultural


'Transumanidade'
José Augusto Silveira
Para mim, a arte é a expressão mais verdadeira e mais essencial da alma humana. Ela transcende o nosso próprio mundo: nos leva a outros mundos, nos revela, nos desencobre do aqui e agora.  É nosso espírito em pleno ato de criar.

Por outro lado, a indústria cultural não cria, apenas fabrica: para o uso e para o consumo. A Arte como Arte não pode ser equiparada ao que somente é útil ou até mesmo belo.

Ao contrário, a arte somente é arte quando serve para nos libertar do útil existente em nós mesmos.

Transformar a arte em simples mercadoria é a possibilidade de perdermos nossas almas e nos tornarmos simplesmente coisas e nada mais.

José Augusto Silveira – 30/jun/14

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O ESPAÇO DA ARTE

Arte não se compra, se aprecia.
Arte não se olha, se apropria.
O tempo da arte é Um, é lento.
O tempo da compra é outro, é veloz.
O templo do consumo é o shopping.
O espaço da arte é o sentimento.

José Augusto Silveira

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